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A crônica é para Eustáquio Gomes uma velha companheira. Segundo relatou num texto recente, suas primeiras  crônicas foram escritas antes dos 10 anos, num jornalzinho manuscrito que redigia no povoado mineiro onde viveu a infância. Mais tarde, nos colégios internos que freqüentou  (em Luz, MG, e Assis, SP), continuou escrevendo pequenos trechos poéticos ou narrativos  que eram,  segundo ele,  “simulacros de crônicas”. Aos 15 anos chegou a colaborar num jornal diário, “A Gazeta de Assis”, com pequenas vinhetas e poemas em prosa. Mas sua atividade de cronista regular iniciou-se mesmo em 1989, no jornal “Diário do Povo” de Campinas,  onde colaborou por um ano com uma crônica semanal. A partir de 1990 passou a escrever no “Correio Popular” da mesma cidade, colaboração que persiste até hoje.  Nesse jornal já publicou,  desde então,  cerca de 500 crônicas. Atualmente sua crônica semanal vem inserida na revista Metrópole, que o  “Correio Popular”  encarta em sua edição de domingo.